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A análise da cultura declarada da Aché, extraída a partir da interpretação da Qore AI sobre os materiais fornecidos, revela uma identidade aspiracional fortemente ancorada nas órbitas culturais de Resultado e Aprendizado, com um ponto gravitacional denso em Acolhimento e conexões relevantes entre diferentes eixos. A empresa expressa com clareza o desejo de ser reconhecida por sua alta performance e excelência, sem abrir mão de um ambiente que favoreça a inovação contínua, o desenvolvimento mútuo e a construção coletiva.
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A Aché declara ser uma organização apaixonada pela vida, guiada por um propósito de cuidado com a saúde e longevidade das pessoas. Deseja ser percebida como inovadora, ética, diversa e centrada no cliente, equilibrando ambição com responsabilidade. A reputação é tratada como um ativo inegociável, funcionando como eixo de coerência e confiança.
SER 1
Somos apaixonados pela vida
SER 2
Inovamos para estar sempre à frente
SER 3
Cuidamos dos nossos clientes
SER 4
Inspiramos pelo talento e pela diversidade
SER 5
Zelamos pela nossa reputação. Ela é inegociável
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O fazer da Aché é marcado pela busca constante por performance superior, com agilidade, colaboração e autonomia. Há um incentivo claro à experimentação, ao aprendizado contínuo e à contribuição coletiva para os objetivos da empresa. A fluidez entre áreas, a simplicidade nos processos e a corresponsabilidade são pilares desse fazer desejado.
FAZER 1
Entregar alta performance
FAZER 2
Ser proativos com autonomia e responsabilidade
FAZER 3
Colaborar e construir juntos
FAZER 4
Ensinar e aprender
FAZER 5
Atuar com simplicidade e agilidade
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A Aché rejeita comportamentos que comprometam a evolução cultural: não tolera conformismo, burocracia, arrogância ou a fuga de conversas difíceis. Recusa desculpas e reforça uma postura ativa e responsável, onde transparência, coragem e foco em soluções são atitudes esperadas no cotidiano.
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A governança aspirada busca combinar direção estratégica com escuta estruturada. Os fóruns e rituais reforçam o compromisso com resultados, cultura e engajamento, promovendo alinhamento entre todas as lideranças. A liderança esperada atua como modelo, garantindo coerência entre discurso e prática, e impulsionando a transformação cultural com clareza e exemplo.
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Os demais materiais da Aché reforçam de forma coerente a intenção de consolidar uma cultura de alta entrega, aprendizado contínuo e colaboração genuína. Textos sobre movimentos internos, planos estratégicos, programas de liderança, OGSM, rituais e sistemas revelam uma organização que busca alinhar seus processos à cultura desejada, conectando estratégia, gestão de pessoas e identidade institucional.
Nota-se uma valorização da clareza, da mensurabilidade e da coerência entre intenção e execução, especialmente nos ciclos de performance, comunicação com lideranças e ações de engajamento. A leve presença de elementos mais estáveis (como reputação, compliance e planejamento) aparece como base que garante segurança para a transformação, mas o foco está claramente voltado para o futuro, com ambição de inovação, autonomia e coesão. Há, portanto, um movimento claro de transição consciente: a Aché quer sustentar o que tem de sólido enquanto se projeta como uma empresa mais ágil, inventiva e colaborativa.
Alta performance é o coração, mas o corpo pede aprendizagem e escuta. Resultado é MUITO dominante na declaração, mas Aprendizado está muito presente na estratégia: isso sinaliza uma tensão futura entre pressão por entrega e tempo de exploração, desenvolvimento e construção coletiva (ancorada no Acolhimento).
A provocação:
Se inovar não é opção e, sim, obrigação, como eles pretendem equilibrar urgência por resultado com tempo para exploração, aprendizagem e abertura maior ao risco?
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A Aché declara querer autonomia e colaboração ao mesmo tempo. Sem nenhum problema! E essa é a riqueza desta teoria. Mas isso exige lideranças pontes, que consigam navegar entre os estilos e equalizar expectativas internas.
A provocação:
Como suas lideranças estão sendo preparadas para operar entre esses extremos sem romper com nenhum dos dois?
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A cultura aspirada já é moderna! Agora, o sistema que sustenta isso está pronto? Por exemplo, a declaração diz “não querem mais desculpas”, mas precisa escutar as razões! A negação a desculpas e o apelo à responsabilidade aparece como força. Mas isso pode ser lido como dureza, se não for acompanhado de escuta e desenvolvimento.
Provocação:
Como garantir que o ‘sem desculpa’ não vire ‘sem espaço pra aprender’? Quais estruturas hoje reforçam e quais ainda bloqueiam essa cultura desejada? (ex: sistemas de feedback, processos de decisão, reconhecimento alinhado à nova cultura).
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